Colo

poema-colo

Eternos dependentes de um colo

Nascemos de um ventre sagrado

Vamos rememorando o passado

E sempre desejando este consolo.

 

Os  ciclos passam e vamos degenerando

Nada importa se somos bem sucedidos

Tampouco se  estamos bem resolvidos

Queremos este  consolo regenerador.

 

Quando estamos vulneráveis, com dor

Parece que quase nada nos importa.

Como a criança que se fere ou corta

Queremos um colo reconfortador.

 

Só numa conexão com o infinito

E na aceitação do que nós somos

Não superaremos nossos conflitos

Se não admitirmos o que fomos.

 
Produção: Miriam Carmignan

 

 

 

 

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