Vulneráveis

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Quando saímos do nosso ínfimo universo rotineiro

Que é restrito e distante dos acontecimentos universais

Deparamo-nos com muitas informações convencionais

Das adversidades contemporâneas dos caminheiros.

 

Que são conduzidas por uma avalanche de extremismos

Das incontáveis contradições num mesmo tempo e espaço.

Alguns arrastam suas pernas doloridas num só compasso

Evocando o seu potencial para viver sem muito consumismo.

 

Outros, no outro lado da rua, estão insensíveis e vulneráveis

Espreitam pelo menor vacilo dos passantes para dar o bote

E tirar tudo que puderem para saciar seus insanos vícios.

 

Despojados dos pudores normais permanecem insaciáveis

Expõem-se sem nenhum  constrangimento e vivem  sem norte

Sobrevivem inertes para com o todo, deixando seus resquícios.  

   

 

 

Produção: Miriam Carmignan

 

 

 

 

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