Presentes ausentes

desenhos

Os “responsáveis”, embriagam-se em devaneios

Em suas mãos, os aparelhos ligados e conectados

Com sabe se lá o quê? Futilidades Momentâneas!?

Solitárias ilusões, estrada sem saída, ignóbil passeio

Infrutíferos e fúteis em breves instantes deletados

Dissipam as responsabilidades por facetas errôneas.

 

Deixam seus pequenos expostos nas vitrines espelhadas

Transferem as mentes ao cuidado de tecnologias precisas

De intrínsecas futilidades poluindo as almas inocentes.

A infância é sagrada e clama por atenção monitorada

Da presença comprometida sem desculpas evasivas

Para que se tornem pessoas fortes e vivam contentes.

 

São guiados como os robôs que não pensam sozinhos

Seus pensamentos migram para realidades ausentes

Suas ações sem discussões, absortos, sem desafios

Perdidos sem direção não sabem qual é o caminho

Reunidos e juntos, mas ausentes, num tempo presente

Infância, orientação, comunicação e folguedos sadios.

 

 

 

Produção texto: Miriam Carmignan

 

 

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