Luz

borboletas flor

Naquele caminho, em meio a uma floresta interminável

Vem a noite encoberta de nuvens, sem estrelas e lua

O percurso era muito longo e a escuridão assombrava

Quando percorridos longos trechos cheios de espinhos

E emaranhados de cipós, entrelaçados uns aos outros

Dificultando a acessibilidade das borboletas nas flores.

 

Repentinamente, uma luz brilhante com múltiplas cores

Apontando para uma direção onde havia muitos potros

Que se banham nos córregos límpidos e muito rasinhos

Rodeados por uma alta macia grama que os alimentava

Desfrutam e são acariciados pelo silêncio da noite nua

Na escuridão infinita dos céus, comodidade confortável.

 

Enquanto a nação faminta contesta a situação lamentável

Dos impropérios eventos que nos altos escalões perpetua

Homens inescrupulosos e vis o perfume fétido espalhavam 

Descortina o céu nebuloso de um povo que luta sozinho

Quando desata a corrente, outra arrebenta em escombros

Enquanto buscamos, como borboletas, as preferidas cores…      

 

 

 

Produção texto: Miriam Carmignan

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